segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Certidão de Batismo do Município de Guaíra-SP Estado de São Paulo Vereador de Guaíra-SP Enoch Garcia Leal - registra oficialmente o momento solene de instalação do município e a posse de seus primeiros vereadores - A criação do Município de Guaíra ocorreu por meio da Lei nº 2.328, de 27 de dezembro de 1928


CERTIDÃO DE BATISMO DO MUNICÍPIO DE GUAÍRA SP ESTADO DE SÃO PAULO

EXPOSIÇÃO HISTÓRICA – MEMORIAL DO MUNICÍPIO DE GUAÍRA (SP)

 

Documento histórico publicado no Jornal O Guaíra em 18 de maio de 1947

Enoch Garcia Leal – Vereador do Município de Guaíra-SP

Acervo Jornalístico
Museu Municipal Maria Carolina Alves Lellis
• Guaíra – SP
• Rua 6 nr 378 entre as Avenidas 7 e 9
• Próximo à Praça São Sebastião Guaíra SP
• Apoio Cultural Informativo
• Ernani Carreira Carvalho

 

APRESENTAÇÃO HISTÓRICA

Este documento, conhecido como a “Certidão de Batismo do Município de Guaíra”, registra oficialmente o momento solene de instalação do município e a posse de seus primeiros vereadores. Publicado anos depois no Jornal O Guaíra, o texto preserva a memória do nascimento político-administrativo de Guaíra, constituindo uma das mais importantes fontes documentais de sua história.

O conteúdo reproduz integralmente a ata lavrada em 18 de maio de 1929, data em que o Município de Guaíra foi oficialmente instalado, conforme determinação legal do Estado de São Paulo.

CONTEXTO HISTÓRICO

A criação do Município de Guaíra ocorreu por meio da Lei nº 2.328, de 27 de dezembro de 1928.

A sessão solene de instalação realizou-se na cidade de Guaíra, então pertencente à Comarca de Orlândia, com a presença de autoridades judiciais, representantes do poder público estadual, lideranças locais e membros da comunidade.

O ato foi presidido pelo Exmo. Sr. Dr. Oreno da Cunha Vieira, Meritíssimo Juiz de Direito da Comarca de Orlândia, que conduziu a cerimônia de posse dos vereadores eleitos, seguindo rigorosamente a legislação vigente à época.

ATA DE INSTALAÇÃO DO MUNICÍPIO (TRANSCRIÇÃO HISTÓRICA)

Por curiosidade, publicamos a primeira ata lavrada neste município, que se dá a sua fundação.

Aos dezoito dias do mês de maio de 1929, nesta cidade de Guaíra, da Comarca de Orlândia, Estado de São Paulo, ao meio-dia, na sala da Câmara Municipal, aí presente o Exmo. Sr. Dr. Oreno da Cunha Vieira, Meritíssimo Juiz de Direito da Comarca de Orlândia, reuniram-se os vereadores eleitos e diplomados: Messias Candido Faleiros, José Custodio da Silva, Enoch Garcia Leal, Manoel Alves Ferreira, Antonio Sant’Anna e Joaquim Osorio de Oliveira.

Estiveram presentes, igualmente, numerosos convidados, autoridades estaduais e municipais e representante do Congresso Estadual. Declarada aberta a sessão, foi proferida notável oração alusiva à solenidade, saudando os habitantes e os representantes do novo município.

Em seguida, o Sr. Presidente convidou os vereadores a prestarem o compromisso legal, sendo adotada a seguinte fórmula:

“Prometo desempenhar com lealdade as funções de vereador, respeitando a Constituição Federal e a deste Estado, observando e fazendo observar as leis da União, do Estado e as resololuções municipais, promovendo a prosperidade do Município.”

Após a repetição do compromisso por todos os vereadores, foi declarado oficialmente instalado o Município de Guaíra e empossada a sua Câmara Municipal. O vereador Messias Candido Faleiros, por ser o mais idoso entre os eleitos, assumiu provisoriamente a presidência, conforme determinava a lei, até a eleição do presidente efetivo da Câmara.

Nada mais havendo a tratar, a sessão foi encerrada, sendo determinada a lavratura da presente ata e a expedição de cópia autêntica ao Secretário do Interior do Estado, para arquivamento oficial.

Eu, Enoch Garcia Leal, secretário da sessão, a escrevi e assino.

ASSINATURAS HISTÓRICAS

Oreno da Cunha Vieira – Juiz de Direito
Enoch Garcia Leal – Vereador e Secretário da Sessão
Messias Candido Faleiros – Vereador
Antônio Sant’Anna – Vereador
Joaquim Osorio de Oliveira – Vereador
Manoel Alves Ferreira – Vereador
José Custodio da Silva – Vereador

IMPORTÂNCIA PARA A MEMÓRIA MUNICIPAL

Este documento simboliza o nascimento institucional de Guaíra e representa o compromisso de seus primeiros representantes com a legalidade, a organização administrativa e o desenvolvimento do município. Sua preservação é fundamental para a compreensão da identidade histórica, política e social da cidade, sendo peça essencial para exposições, memoriais e ações educativas.

Fonte: Jornal O Guaíra, edição de 18 de maio de 1947.

LINHA DO TEMPO HISTÓRICA – MUNICÍPIO DE GUAÍRA (SP)

NASCIMENTO DO MUNICÍPIO

📜 27 de dezembro de 1928
Criação oficial do Município de Guaíra por meio da Lei nº 2.328, do Estado de São Paulo.

🏛️ 18 de maio de 1929
Sessão solene de instalação do Município de Guaíra, realizada na sala da Câmara Municipal.

⚖️ Autoridade responsável
A cerimônia foi presidida pelo Exmo. Sr. Dr. Oreno da Cunha Vieira, Juiz de Direito da Comarca de Orlândia.

👥 Posse dos primeiros vereadores
Foram empossados os vereadores eleitos:
Messias Candido Faleiros
José Custodio da Silva
Enoch Garcia Leal
Manoel Alves Ferreira
Antonio Sant’Anna
Joaquim Osorio de Oliveira

✍️ Compromisso legal
Os vereadores prestaram juramento de cumprir a Constituição, as leis vigentes e promover a prosperidade do Município.

🪑 Presidência provisória
O vereador Messias Candido Faleiros assumiu provisoriamente a presidência da Câmara Municipal, conforme a legislação da época.

📝 Registro histórico
A ata oficial da instalação foi lavrada por Enoch Garcia Leal, secretário da sessão.

📰 18 de maio de 1947
Publicação da ata histórica no Jornal O Guaíra, preservando a memória do nascimento institucional do município.

📚 MEMÓRIA E IDENTIDADE
Esta linha do tempo destaca os principais marcos da formação político-administrativa de Guaíra, reforçando a importância da preservação documental para a história local.

Fonte: Jornal O Guaíra – edição de 18 de maio de 1947

Texto original publicação Jornal O Guaíra

Certidão De Batismo Do Município De Guaíra
Jornal O Guaíra – 18 de maio de 1947
Enoch Garcia Leal – Vereador do Município de Guaíra-SP

CERTIDÃO DE BATISMO DO MUNICÍPIO DE GUAÍRA

Por curiosidade, publicamos a primeira ata lavrada neste município, que se dá a sua fundação.

Ata da instalação do localidade, proferido notável oração alusiva à solenidade que presidia e saudando os habitantes e os representantes do novo município. Em seguida, com toda a numerosa assistência convidou os senhores vereadores a prestarem o seu compromisso, proferindo o primeiro vereador convidado a seguinte forma: “Prometo desempenhar com lealdade as funções de vereador, respeitando a Constituição Federal e a deste Estado, observando e fazendo observar as outras leis da União, do Estado, e as leis e resoluções provinciais, promovendo a prosperidade do Município”.

Aos dezoito dias do mês de maio de 1929, nesta cidade de Guaíra, da Comarca de Orlândia, Estado de São Paulo, ao meio dia, na sala da Câmara Municipal, aí presente o Exmo. sr. dr. Oreno da Cunha Vieira, meritíssimo Juiz de Direito da Comarca de Orlândia, a que este município pertence, reunidos os vereadores eleitos e diplomados os srs. Messias Candido Faleiros, José Custodio da Silva, Enoch Garcia Leal, Manoel Alves Ferreira, Antonio Sant’Anna e Joaquim Osorio de Oliveira; presente igualmente muitos convidados e pessoas gradas entre os quais várias autoridades estaduais e municipais, e representante do Congresso Estadual, pelo Exmo. sr. Dr. Juiz de Direito foi dito que nos termos do art. 10, parágrafo 3º e 4º do decreto nº 1.454, de 1907, tendo a presente reunião por objeto a posse dos vereadores eleitos e consequente instalação do novo município de Guaíra criado pela lei nº 2.328, de 27 de Dezembro de 1928, assumiria a presidência da referida sessão de instalação convidando o Exmo. Enoch Garcia Leal para servir de secretário na forma da lei.

Em seguida pelo sr. Presidente foi declarado que ia seguir aos referidos senhores vereadores o compromisso determinado por lei, tendo nesta ordem repetida por cada um dos vereadores a forma: “Assim o prometo”. Prestado dessa forma o compromisso por todos os vereadores, o Exmo. sr. Dr. Juiz de Direito declarou oficialmente instalado o novo município de Guaíra empossada a sua Câmara Municipal, convidando em seguida o vereador Messias Candido Faleiros como mais velho dos eleitos a assumir de acordo com a lei até que a Câmara elegesse o seu presidente efetivo.

E como nada mais houvesse a tratar o sr. Presidente declarou encerrada a sessão, ordenando que se lavrasse a presente ata e dela se extraísse uma cópia autêntica para ser enviada ao Exmo. sr. dr. Secretário do Interior do Estado a fim de ser guardada no arquivo público na forma da lei, sendo a mesma ata devidamente assinada pelo sr. presidente, vereadores e pessoas presentes que o quiseram fazer.

Eu, Enoch Garcia Leal, secretário da sessão que a escrevi e assino.

Oreno da Cunha Vieira Enoch Garcia Leal Messias Candido Faleiros Antonio Sant’Anna Joaquim Osorio de Oliveira Manoel Alves Ferreira José Custodio da Silva

Fonte: Jornal O Guaíra – edição de 18 de maio de 1947

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Roubado o Cofre que tinha na Cruz do Pindoba ano 1947 - A Cruz do Pindoba e o Furto do Cofre - Um registro histórico e social de Guaíra-SP ano1947 – Capela do Pindoba Guaíra-SP – Acervo Jornalístico Museu Municipal de Guaíra-SP Jornal O Guaíra – Blog Ernani Carreira

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A Cruz do Pindoba e o Furto do Cofre
Um registro histórico e social de Guaíra (SP) 1947
23 de fevereiro de 1947

Roubado o Cofre que tinha na Cruz do Pindoba ano 1947 

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Foto Na Cruz do Pindoba Roubo do Cofre
Hoje Local Capela do Pindoba Guaíra SP.

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O texto jornalístico relata um episódio ocorrido em uma das estradas de rodagem da região de Guaíra, onde se localizava a conhecida Cruz do Pindoba, ponto de devoção popular amplamente frequentado pela comunidade.

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A cruz possuía um cofre destinado à coleta de donativos voluntários deixados por fiéis e visitantes, cuja finalidade era a futura construção de uma capela no próprio local.
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Esse detalhe revela a forte presença da religiosidade popular e da organização comunitária como base para a edificação de espaços sagrados no interior paulista.
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O episódio descrito narra o furto e vandalismo praticados contra esse símbolo religioso.
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Segundo o relato, indivíduos “maldosos e sem escrúpulo” arrancaram o cofre da cruz, arrombaram-no e subtraíram pequena quantia em dinheiro, descrita como “alguns níqueis”.
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O valor irrisório reforça o caráter não apenas criminoso, mas também moralmente ofensivo do ato, uma vez que o objetivo dos donativos era coletivo e religioso, não lucrativo.
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O texto destaca ainda um agravante simbólico de grande relevância histórica e cultural: após o furto, os autores jogaram o cofre no matagal e arremessaram ao chão a imagem de Nossa Senhora Aparecida, que se encontrava acima do cofre.
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Esse gesto ultrapassa o simples crime patrimonial e assume caráter de profanação religiosa, o que explica o tom indignado do autor e a forte carga moral do relato.
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A conclusão do texto, ao afirmar que “ainda há quem diga que os selvagens já desapareceram”, reflete o discurso moralizante típico da imprensa da época, que associava vandalismo e criminalidade à ideia de barbárie e ausência de civilização.
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Essa linguagem, hoje entendida como excessivamente dura, era comum em registros jornalísticos antigos e ajuda a compreender os valores sociais e culturais do período.
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Do ponto de vista histórico, o relato é valioso por documentar:
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• a existência da Cruz do Pindoba como marco religioso e comunitário;
• a devoção popular e a prática de arrecadação para construção de capelas;
• conflitos sociais e atos de vandalismo em áreas rurais;
• o estilo narrativo e moral da imprensa local de época.
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Assim, o texto não apenas registra um fato isolado, mas preserva um fragmento da memória religiosa, social e cultural de Guaíra, permitindo compreender a relação da comunidade com seus símbolos de fé e com a noção de ordem e respeito coletivo.
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Comentário Histórico “Na Cruz do Pindoba” (1947)
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Este texto (Foto Na Cruz do Pindoba noticiamos) publicado no Jornal O Guaíra, em 13 de abril de 1947, é um documento emblemático da vida social, religiosa e moral da Guaíra do pós-Segunda Guerra Mundial.
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Foto Roubado o Cofre que tinha na Cruz do Pindoba.
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Hoje local Capela do Pindoba Guaíra SP.
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📌 Esse registro histórico mostra:
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• a força da fé e da união popular;
• o jornal como instrumento de vigilância social;
• a ética como base da convivência;
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📖 Preservar esse tipo de documento é preservar valores.
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Ontem como hoje, o que é público deve ser respeitado.
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Não se trata apenas de uma nota policial ou de denúncia pontual; é um retrato direto da relação entre fé, comunidade e vigilância social em um período em que o jornal impresso exercia papel central de autoridade pública.
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A chamada “Cruz do Pindoba” aparece como um espaço sagrado em formação.
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Ainda antes da construção da capela, já existia ali um cofre comunitário destinado à arrecadação espontânea de recursos, o que revela uma prática comum da época: a obra religiosa como esforço coletivo, sustentado pela confiança mútua e pelo compromisso moral dos fiéis.
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O furto do cofre, seguido da substituição por outro e novamente violado por meio de “chave falsa”, evidencia uma quebra grave desse pacto social.
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A linguagem do texto é contundente, irônica e moralizante.
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Termos como “sabido ou sabida”, “espertalhona ou espertalhão” e “gaita” demonstram o estilo jornalístico direto e popular da época, sem eufemismos.
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O jornal não apenas informa; ele julga, adverte e ameaça expor publicamente os infratores.
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A frase final — “publicar o nome destes que roubam, em letras bem grandes” — deixa claro que a vergonha pública era considerada uma forma legítima de punição social, anterior ou paralela à atuação do Estado.
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Outro ponto relevante é a ortografia original (“Ha tempos”, “cae”, “afim”), que reflete o padrão linguístico do período e reforça o valor histórico do documento.
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Preservar essa escrita é preservar o tempo, o contexto e a mentalidade de 1947.
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Sob uma leitura contemporânea, o texto também revela a fragilidade dos mecanismos formais de controle da época e a forte dependência da moral comunitária como instrumento de ordem social.
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A igreja, o jornal e a opinião pública funcionavam como pilares reguladores do comportamento coletivo.
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Em síntese, este recorte histórico vai além da denúncia de um furto.
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Ele expõe como a sociedade Guairense se organizava, quais valores defendia e como reagia às transgressões.
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É memória, identidade e alerta.
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Um documento que conecta passado e presente e nos lembra que a construção do patrimônio material e simbólico sempre exigiu responsabilidade, ética e participação coletiva.
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

São Sebastião Padroeiro de Guaira SP Paroquia de São Sebastião Guaíra SP Igreja de São Sebastião de Guaira SP - - Blog Ernani Carreira Dia 20 de janeiro Dia de São Sebastião Padroeiro da Cidade de Guaira SP, nesse dia é Feriado Municipal

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São Sebastião Padroeiro de Guaira-SP
Paróquia de São Sebastião Guaira-SP – Igreja 


Comemora-se o dia 20 de janeiro Dia de São Sebastião

Padroeiro da cidade de Guaíra, Estado de São Paulo

nesse dia é feriado municipal.

São Sebastião é um Santo Popular, considerado protetor da humanidade contra a fome, a peste e a guerra.


20 de janeiro Feriado Municipal de Guaíra SP, Padroeiro São Sebastião




Santo São Sebastião (França, 250 d.C. – 288 d.C.) originário de Narbonne e cidadão de Milão, foi um Mártir e Santo Cristão, morto durante a perseguição levada a cabo pelo imperador Romano Diocleciano.


O seu nome deriva do Grego Sebastós, que significa divino, venerável (que seguia a beatitude da cidade suprema e da glória altíssima).

Era um valente soldado, tendo ingressado no exército com cerca de 19 anos de idade.

Sua fama de bom soldado era tamanha que se tornou estimado pelos imperadores Diocleciano e Maximiano; tanto que confiaram o comando do primeiro exército pretoriano a ele. 



Álbum de Fotos Paróquia São Sebastião de Guaira SP...clique 
Capela do Pindoba Guaira-SP clique


Pindoba teria sido um Escravo que foi enterrado vivo, apenas com a Cabeça para fora, após ser....mais 




São Sebastião vivia num tempo em que era proibido confessar ser seguidor de Jesus.

Os soldados prendiam sem dó nem piedade os cristãos.

Acontece que Sebastião era um cristão.

São Sebastião ajudou tanto aos demais Cristão que foi conhecido depois o Defensor da Igreja.


A atuação de Sebastião nesse sentido consistia principalmente em confortar os Cristão que eram perseguidos, e especialmente os que padeciam no martírio.

Até mesmo pessoas em altos postos no sistema carcerário romano se converteram à fé em Jesus por meio do seu testemunho.

Então, Sebastião foi denunciado ao imperador Diocleciano que ficou indignado, irado, pois o homem em quem pusera sua confiança era um cristão (e cristão de ação!); e o condenou à morte.


Levaram-no para um campo aberto, e os arqueiros da Mauritânia o flecharam. Dando-o por morto, abandonaram-no preso a uma árvore.


Como Deus não abandona os seus servos, Sebastião por um milagre, resistiu às flechadas e sobreviveu. Não muito depois, foi encontrado por uma piedosa viúva, que cuidou de suas feridas.


Após sua recuperação, o valente Sebastião se apresentou ao imperador Diocleciano, censurando-o por sua crueldade e exortando-o a deixar de adorar os falsos deuses, mediante suas imagens de escultura.


O imperador ficou estarrecido ao ver em sua presença aquele que cria estar morto. Preso novamente foi açoitado até morrer.


Por Jesus viveu e morreu. Muitas pessoas conheceram o amor de Deus, manifestando em Jesus, por intermédio da pregação desse jovem soldado romano. E o que ele tanto desejava era que o imperador e todas as pessoas do mundo abandonassem a idolatria e adorassem somente a Deus.

Sua morte e o bárbaro método que utilizaram como execução, faz de São Sebastião um tema da arte medieval. É mostrado como um jovem amarrado e perfurado por várias flechas.





São Sebastião é conhecido como um Santo precisamente por três setas, uma em pala e duas em aspa, que constituem o seu símbolo heráldico que foi muito generoso ao consolar os corações sofridos dos militares do exército romano.

Porém, foi tido como traidor, por fazer o bem a quem eles julgavam merecer o mal.

Fonte: Internet – Busca São Sebastião.


 

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sábado, 3 de janeiro de 2026

Capela do Pindoba Guaira SP Romaria à Capela do Pindoba dia 20 de janeiro sexta-feira Dia de São Sebastião Padroeiro da Cidade de Guaíra SP - - Blog Ernani Carreira Guaira-SP

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No dia 20 de Janeiro, dia de São Sebastião Padroeiro do Município de Guaira Estado de São Paulo é realizada a Tradicional Romaria à Capela do Pindoba, Caminhada Folclórica e Religiosa do Município.



Capela do Pindoba Guaíra SP
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Fotos Ernani Carreira Guaira SP 2016



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Capela do Pindoba Guaira-SP







Cruz do Pindoba Guaira-SP

Pindoba teria sido um Escravo que foi enterrado vivo, apenas com a Cabeça para fora, após ser culpado injustamente pelo Patrão (Fazendeiro, Coronel) como autor de um furto na Fazenda onde Trabalhava.



Diz a lenda que o furto, na verdade, teria sido feito pelo Filho do próprio Dono da Fazenda.



Os Capatazes da Fazenda depararam com um Formigueiro de Lavapés, fizeram um enorme buraco e enterraram-no, deixando apenas a cabeça de fora.

Torturado com a presença de pratos de comida que não podia alcançar e pelas picadas de insetos em sua face coberta de melado morreu para tornar-se um Mártir.



Hoje no local que dizem ser o mesmo do ocorrido, ergueu-se uma Capela, muitas Pessoas passaram a atribuir Milagres ao Escravo Pindoba.

Desde então os moradores da Cidade de Guaíra que conhecem sua História promovem uma Caminhada Anual até o local onde ele teria sido Morto e onde foi erguida uma Capela “Capela do Pindoba”.

 
Fotos Capela do Pindoba Guaira-SP Álbum...clique

Latitude  20º 14’ 06.28” – Longitude  48º 26’ 13.86”
Romaria à Capela do Pindoba é realizada em Guaira-SP

No dia 20 de Janeiro, dia de São Sebastião Padroeiro do Município de Guaira Estado de São Paulo é realizada a Tradicional Romaria à Capela do Pindoba, Caminhada Folclórica e Religiosa do Município.

Caminhada que percorre aproximadamente 18 km na Estrada de Terra que liga o Município de Guaira ao Bairro São José do Albertópolis Guarita, próximo ao Rio Grande.

Local da Cruz do Pindoba - Local da Capela do Pindoba

Latitude  20º 14’ 06.28” – Longitude  48º 26’ 13.86”




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